Esquerda escrita opala antena testículo, veia que juiz puxou, nada mudou a mulher minha, que é por si só fora do sistema, Marinha de Guerra Portuguesa dá ordens proceder e obedecer as circunstancias, que de mais uma cura desista…

Advertisements
Posted in Sem categoria | Leave a comment

Para ser livre preciso de uma atómica opala urbana que a antena cura, esse radar então que mulher complementa minha afinação Marinha de Guerra Portuguesa não assume em mim tal namorada que esquerda vagina deixa meu testículo combinar antena respiração juiz da veia luz lei puxa meu pulmão solar despromovido esquerda, sim pelos telemóveis que a minha prova vai a ligação que meu pai pénis enfia sistema meu sogro espiral não acede por sexual distribuído ouvido lei ao fascismo nesta casa matar meu filho, assim médico militar têm se esforçado por fazer um bom trabalho mas não lúcido e assim todo o crime sobre incipiente afecta como de resto propriedades são consumidas, aqui em casa uma postura que não rebenta é meus amigos distancia a qualquer instância que chega o sistema confiscado oral em espiral retorno antena classificada, é então o cancro do ovário esquerdo que me resta provar minha liberdade se sol lei exista opala ar húmido horizonte livre sujeição de todo ilegal postura linguagem roto jurídica.

Posted in Sem categoria | Leave a comment

Mexer a orelha esquerda ao sinal vital, médico militar aqui nega essa exercitar tomada resultante energia minha mulher exista, como cabe escudo perfilar o que mais vêm de mim e ocasional namorada remetente emerge opala antena, isto uma atómica planta que fica descoberta sem soldo judicial o que Marinha de Guerra Portuguesa me faz sozinho sofrer, sem indicar verdade real meu cognitivo próximo a escala que negligencia e inexperiência médica fica a mão longa operativa sem nunca assumir médico militar mental linguagem reserva, que aqui condiciona fluir tudo mais que sol contem meu corpo ilegal esquerda funcionar veia campo cerebral conjunto minha molécula namorada substanciar coordenada operada.

Posted in Sem categoria | Leave a comment

Energia vital meu opala antena nasal veia testículo esquerda puxado com telemóveis, que mulher ovário une a mim o cilindro fulcral sol oral residual, sem que planta e geometria tudo colocar emergir ao meu corpo o que juiz desgraçou então ao sol balança postura rotação espiral conceptual pertencer, e assim ferida em mexer Marinha de Guerra Portuguesa não assume e desmente minha condição e estado, tudo mais que médico militar finja que minha existência não é real tudo social coexistente com operação meter códigos de justiça cada pessoa que ultrapassa a forma de cabimento e pensamento atómico relativo ao que da veia esquerda minha namorada não entra no meu corpo linha efectiva mutual combinar força convencional o fabrico de molécula sol convergido tudo que aqui anda a mais urbano propriedade saído do meu corpo como tal puxado exclui de meu atributo cognitivo, e assim deferido meu corpo esquerda planta orbital opala espiral antena locação nasal pulmão cabo exalo sem solucionar residual mesmo respirar caber então a convenção cerebral conjugar minha mulher ao que de resto meu corpo e sua imagem substancia esquerda falha ao limite judicial extraído do meu campo raciocínio tangente a matéria puxa orbital fluido a destruição da antena global deste crimes possessão carnal sistema que não natural assim fraude e tortura assume a primeira linha de negar minha situação!

Posted in Sem categoria | Leave a comment

Como viver com quarenta e dois anos, com uma vida de sofrimento tudo a anos encoberto pela Marinha de Guerra Portuguesa, sem justiça nada vivido e com mais conflitos meu pai e mãe desligados da realidade justificar minha escrita, um longo abuso que não me dá o autentico validado prova, como assim médico militar me deixa hoje um longo exercício escrito sem nenhuma resposta e abandonar e excluir minha verdade real, mutilado minha esquerda têm suturado mas de novo nada provado é valido, e mesmo minha mulher que existencial é este exercício conjunto pela energia planta geometria estabelecer como me pede médico militar que execute mexer minha orelha esquerda, para quê então tanto exercício ao mesmo esquerdo testículo puxado, como realço minha vida em viver. estando aqui fechando descriminado por tudo que lógico tenha feito para ter uma namorada e assim o sistema não permite, que se junte a mim a molécula que é opala da antena esquerda enfiada em torcimento tudo mais que energia mulher me forneça, nada estabeleça minha justiça e mesmo a cura é negada por inexperiência e falta de tacto que médico militar proibiu eu de verdade alcançar.

Posted in Sem categoria | Leave a comment

Como minha situação esquerda orelha e testículo, vai continuar inútil minha descrição, tudo que mais Marinha de Guerra Portuguesa nega, sem validade meu estado aqui em Coimbra nesta zona e nesta casa, sem tratamento cuidado o que fui estabelecido por médico militar, fazendo assim troça de mim como resulto da rotação em que meu corpo esquerda ao cilindro atómico e espiral opala antena nasal pulmão fruição, sem conclusão e abandonado senão mesmo excluído da verdade operativa minha realidade de anos, sem solução dispensa-me sem avaliar qualquer benevolente parte a minha tracção qualquer mulher que investiga minha situação complementar obrigador legal que faça união, então sou deixado sem recursos subornado e chantajado como disfunção ignorar o que de resto me sujeito as ordens mentais que médico militar nunca declarou validar minha existência e os crimes sofridos!

Posted in Sem categoria | Leave a comment

Orelha esquerda rodada e mexida como médico militar manda, têm sido uma farsa tudo que Marinha de Guerra Portuguesa fez ao meu sistema operativo, continua então o crime com telemóveis iludir tudo que mais culpa juiz da veia, sem nenhuma verdade chegada hoje a minha realidade escrita, sofro com a negação abandono e abuso da minha situação, fútil qualquer tentativa de prova que comprova então médico militar usar-me mentalmente inibir-me qualquer solução ao mesmo que é minha situação, é assim fazendo chantagem oculta omitindo existência, que concluo estou sozinho e não me safo a inexperiência e incomodo tirado da minha condição conhecida só por exclusivo negado.

Posted in Sem categoria | Leave a comment